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A Corte Suprema Indiana refutou o pedido de eutanásia para Aruna Shanbaug, que está em estado vegetativo desde 1973.
Shanbaug se encontra desde então no hospital de Mumbai, para onde foi levada após ter sido estuprada e estrangulada com uma corrente durante o trabalho há 37 anos.
A eutanásia passiva, que garante interrupção da vida a alguns pacientes de forma paulatina, foi pela primeira vez permitida na Índia, embora não tenha sido autorizada no caso de Shanbaug.
Foto: AFP
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