O Comitê Gestor do Registro de Identidade Civil (RIC) decidiu o modelo final que irá substituir o RG a partir de dezembro deste ano.
O Ministério da Justiça, coordenador do comitê, decidiu que o número antigo de RG e CPF não serão dados obrigatórios para a emissão do RIC, mas que podem ser inseridos. O documento contará ainda com um campo de observações, que pode incluir tipo sanguíneo e se a pessoa é ou não doador de órgãos.
Outra decisão do comitê será o uso do código RMZ, que apresenta uma combinação de 3 linhas de letras e números. “Com esse código, o RIC terá um padrão internacional e será compatível com mecanismos de identificação de outros locais do mundo. O objetivo do MRZ é tornar mais rápido o trâmite de identificação das pessoas e, por isso, o RIC poderá ser utilizado para ingresso em locais de grande circulação, como estádios, aeroportos e postos de imigração” explica Rafael Favetti, coordenador do comitê.
Na próxima reunião do comitê, que está marcada para 14 e 15 de setembro, serão divulgados detalhes da implementação, quais cidades receberão os primeiros exemplares e custos do projeto. A meta é substituir completamente os RGs em 9 anos.
Via: INFO ABRIL

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