Brasil
Apesar de ser um ritmo antigo, a marchinha ainda sobrevive com temas cômicos e animados.
Apesar de ser um ritmo antigo, a marchinha ainda sobrevive com temas cômicos e animados.
Não vou e nem quero dizer que o carnaval não permanece sendo a maior festa popular do mundo.
Mesmo não concordando com a direção que foi dada ao evento, principalmente com as mudanças de características musical.
Não sei se foi a elocução dos tempos que influenciaram essas mudanças ou, se foi apenas a ganância financeira da Indústria Fonográfica.
O verdadeiro carnaval na minha concepção ainda esta no samba, nos frevos e nas marchinhas que, apesar de massacrados pela invasão da musica baiana no carnaval de todo o pais, ainda teima em resistir, e isso graças a perspicácia de vários músicos e amantes dos bons carnavais.
Não quero e nem estou sendo saudosista, mas, apenas relatando fatos que todos evidentemente estão presenciando.
Você leitor, já imaginou o que seria uma Mangueira, Portela, Beija flor de Nilópolis ou quaisquer outra agremiação carnavalesca, tendo que montar aquele que é considerado o maior espetáculo teatral ao “AR” livre do mundo, tendo como enredo uma musica baiana que não conta nenhuma historia em seu desenvolvimento, seria e que me perdoe os amantes da tal musica, um fracasso.
Eu particularmente não nego a grandiosidade de ritmo e nem a capacidade criativa musical do povo baiano, mas acho que o carnaval é mais do que a invasão da criatividade, carnaval, é arte é a cultural de todo um povo Brasileiro.
Eu gosto mesmo é de assistir aos desfiles das Escolas de Samba, que desenvolvem seus enredos e contam historias belíssimas através de seus(as), passistas, alegorias e adereços.
E gosto muito de brincar Carnaval nos clubes, mas, isso quando encontro um bom baile carnavalesco ontem tem uma boa orquestra tocando frevos e marchinhas dos bons carnavais.
Nenhum comentário:
Postar um comentário